sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

CAPÍTULO II DA SÉRIE 2012 - O RETORNO DOS ANUNNAKI

Postado por Lucio Neto On 01:20 0 comentários

Neste segundo capítulo o professor Zecharia Sitchin continua falando sobre a civilização Suméria, a mais antiga que se tem notícia em nosso planeta, que deixou centenas de tabletes de argila gravados com a sua escrita - cuneiforme - relatando aspectos da nossa história que vinha sendo contada de forma diferente.
Um detalhe curioso, contado por ele na sua última palestra gravada em vídeo e que este editor transcreveu, é sobre culinária. Num dos tabletes de argila gravado com a escrita cuneiforme dos sumérios, ele conta que o famoso prato Coq au vin, conhecido internacionalmente como sendo da cozinha francesa, já era saboreado há mais de 6.000 anos pelos sumérios. De alguma forma esta receita chegou às mãos dos chefs franceses e eles, certamente, achando que nunca seriam descobertos o adotaram como sendo de autoria francesa. Têm sorte que os sumérios já não estão mais por aqui para reivindicar os direitos autorais.
Mas, leia o que o professor Sitchin tem a dizer neste capítulo:

Figura 01
Gostaria de mencionar ao menos três de seus grandes feitos dos sumérios: um é a escrita. Eles desenvolveram um sistema de escrita chamado cuneiforme, que eram gravados como símbolos, gravados em barro úmido que, quando secava ficava permanentemente gravado.Nós temos escritos ali sobre linguagem, gramática, literatura, dias épicos, músicas de ninar, receitas,  provérbios, é realmente um guia completo sobre vida e morte. (Figura 01)
Outra coisa são pictogramas. Eles usaram pedras na maioria pedras semipreciosas, fizeram cilindros alongados em sua altura e gravam, e ninguém sabe explicar como, e destas pedras eles fizeram e gravaram inversamente, como um negativo, rolando e tornando permanente cada gravura, como a imprensa faz com os jornais. Centenas de cilindros com essas impressões foram encontrados e estão em vários museus, estes cilindros gravados com estas gravuras, que são muitas. (Figura 02)

Figura 02
Quero mencionar que nas construções altas eles foram os primeiros a usar tijolos, como esta pirâmide em estágios, que tinha dezenas de metros de altura como a Torre de Babel, mencionada na Bíblia, não só ela, mas cada cidade suméria tinha seu Templo Sagrado que eram chamados de Zigorat, e eram utilizados inicialmente para observações astronômicas. De fato, o conhecimento em astronomia é um dos mais incríveis legados sumérios. (Figura 03)

Figura 03
Isto abaixo, por exemplo, impresso num cilindro, que está em Jerusalém, no Museu Babilônico, se você perguntar a qualquer estudante, ele dirá que isso é cerveja, pois os sumérios foram os primeiros a inventá-la. Beber cerveja é um evento social, você vê pessoas vindas participar, e aqui está um canudo, com o qual, na América Latina costuma-se tomar chimarrão. Muitos outros selos cilíndricos são decorados com símbolos celestiais e se você observar este, você verá o sol, a lua, o cinturão de asteróides, que orbita entre Marte e Júpiter que ninguém sabe como foi formado, embora eu saiba, digo que ninguém sabe de onde veio, se renascente de algum planeta, que teria sido destruído, ou que explodiu e se espalhou em todas as direções, orbitando como cinturão entre Marte e Júpiter, o cinturão de asteróides descoberto apenas nos tempos modernos, e além de Júpiter, vemos Saturno com seus anéis, que não sabíamos a respeito até a invenção do telescópio, este cilindro é de 2 mil a.C., ou de 4 mil anos atrás. Este é um exemplo do incrível conhecimento sumério sobre astronomia. (Figura 04)

Figura 04
Mais um cilindro incrível que encontrei, que se encontra no museu de Berlim e quando ouvi falar de sua existência, e de Berlim, eles me enviaram a foto, e se você perguntar a estudiosos o que eles vêem na foto eles dirão que este é o deus do "fabricatio", portando seu bastão, representante da raça humana. Apresentado por um deus menor ao deus maior, portando seu bastão. Junto da afirmação dos estudiosos do museu em suas revistas científicas de que este é o deus "Fabricatio" outros dizem que não, este é o mitológico "Sin", é apenas mitologia. (Figura 05)

Figura 05
Mas, qualquer que seja, há uma gravura interessante, celestial, está aqui, e isso é o que ela mostra, uma estrela, rodeada por planetas, então temos o sol, no centro, rodeados por planetas, todos que conhecemos com seus tamanhos corretos e na ordem certa, exceto que aqui há um planeta a mais, bem aqui, entre Marte e Júpiter onde fica o cinturão de asteroides. (Figura 06)

Figura 06
Então, de acordo com os sumérios, há um planeta aqui provavelmente, concluímos, que o planeta partiu-se, aparentemente, de alguma forma. Se você pudesse perguntar a um sumério que planeta é esse, e como este planeta se partiu, ele te diria que leu isso em um de seus livros, as tábuas gravadas, e esta tábua é parte de sete tábuas que foram descobertas numa biblioteca ao norte da Mesopotâmia, uma biblioteca antiga, e que contém histórias nessas tábuas que foram decifradas, e eles se referem a elas como as sete tábuas da criação, paralelo ao relato bíblico dos sete dias da criação, sete dias de criação e um dia dedicado ao Criador.  Esta é uma das tábuas, creio que a quarta, que contém o épico da criação, nas linhas iniciais os sumérios costumavam citar o nome da narrativa, ou da catalogação das tábuas fazendo uma lista na biblioteca, e em cada lista, uma história em particular. Nas linhas de abertura diz que foi escrito por Enuma Elish e o que Enuma Elish diz: Ele conta a história da criação da terra, de como foi criada nossa Lua, como os outros planetas surgiram e como nosso sistema solar surgiu e eu dedico, no 12º Planeta e em outro livro Gênesis Revisitada, muitos capítulos para explicar esse épico da criação, e eles dizem que o sistema solar, que gira em torno de nosso sol e vários planetas vieram a se formar e um invasor, um planeta vindo de fora do sistema solar passou próximo da nós, mas ao passar em nosso sistema solar ele afetou a gravidade dos planetas, e mudou seu curso. (Figura 07)

Figura 07
Notem que todos os planetas que gravitam estão numa mesma direção, no sentido anti-horário, e este está na direção oposta, usualmente chamado retrógado. Mas desse modo, em direção oposta, inevitavelmente, ele colide com um dos planetas de nosso sistema solar que o texto de Enuma Elish chama de Tiamat. (Figura 08)

Figura 08
Esse planeta invasor, depois chamado de Nibiru, possui vários satélites, ou luas, e passa pelos planetas e Tiamat, que é um tratamento para uma entidade celestial feminina, tem onze satélites, um deles bem grande chamado Kingu, e na colisão que ocorre, de acordo com esses textos, (Figura 09)

Figura 09
Tiamat foi atingida duas vezes, este é um dos desenhos de meus livros, foi atingida por uma das luas do invasor, e partiu-se, dai a formação com os pequenos pedaços, do cinturão de asteróides de acordo com os textos, e a Bíblia, no cap. 1 dos Gênesis refere-se a isso como o bracelete partido (firmamento) porque se parece com um bracelete em volta do sol, e a outra metade, arremessada em outra órbita, arrastando a maior lua de Tiamat, vindo a se tornar a Terra, e seu satélite, a Lua, uma das maiores de nosso sistema solar. (Figura 10)

Figura 10
Vocês sabem a ciência moderna diz sobre o planeta Terra que os continentes ficavam de um lado, e do outro lado havia uma cavidade cheia de água, onde temos o oceano Pacífico, e sobre a origem da Lua. (Figura 11)

Figura 11

Então fica combinado assim que na próxima rodada de cerveja que você participar não se esqueça de fazer um brinde aos sumérios, inventores da cerveja, talvez a bebida mais antiga do mundo. E, ao pedir um Coq au vin num restaurante francês, fale para o chef que você sabe que não foram os franceses quem inventaram a receita. Mas, só depois de apreciar o prato. Quanto ao vinho, realmente os franceses são excelentes.


NA PRÓXIMA SEGUNDA, 16, O III CAPÍTULO DA SÉRIE 2012 - O RETORNO DOS ANUNNAKI. E a partir daí as coisas começam a esquentar.

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